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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Concluído confecção de crachás do 5° Encontro da Família Scarsi

A IM INFORMÁTICA  confeccionou os crachás do 5° Encontro da Família Scarsi,que acontecerá no mês de Outubro em Três Palmeiras.

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A Garota no Trem - Paula Hawkins

"Este livro de suspense envolve o desaparecimento de uma jovem e faz parte de uma longa lista de livros “da moda” contendo Garota no título. Apesar disto, a narrativa de Paula Hawkins é surpreendente, realista e nos prende até a última página." por Luiza Ramalho

Rachel é uma mulher mais velha, desempregada, divorciada e com grande inclinação para o consumo excessivo de gim-tônica. E só isso já nos faz imaginar que sua vida não tem nada de invejável.

A única coisa que ainda a impede de desmoronar completamente é a rotina de pegar o trem das 8h04 rumo a Londres, fingindo que vai trabalhar, e observar as casas à beira dos trilhos, fantasiando uma vida perfeita para os habitantes delas.

Durante uma dessas viagens, Rachel se depara com uma cena chocante na casa de Jess e Janson - um casal cujo nome ela inventou – que pode estar relacionada com o desaparecimento da jovem, que na verdade se chama Megan.

A partir daí, seu novo desafio passa a ser o de tentar convencer a polícia do seu testemunho e de tentar se lembrar dos detalhes mais importantes.

Neste livro de suspense, onde a lucidez se confunde com os delírios de uma mulher de meia idade marcada pelas tristezas da vida, podemos perceber que cada pessoa tem um ponto de vista sobre a vida do outro e uma reação diferente perante acontecimentos que ninguém mais, além de nós mesmos, sabe.
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Agrotóxicos, histórico e novidades, Parte 3/3, artigo de Roberto Naime

[EcoDebate] BORSÓI et. al. (2014) afirma que o excesso de aplicação de agrotóxicos tem originado consequências negativas, como o desaparecimento de algumas espécies de insetos úteis e aparição de novas pragas.

Além disso, muitas espécies de insetos se tornaram resistentes a certos inseticidas, o que levou à busca de novos produtos de maior seletividade. Dos compostos usados em grande escala, encontram-se, inicialmente, os organoclorados, depois os organofosforados, carbamatos, piretróides e toda uma série de derivados de triazinas, dentre outros (FLORES et al., 2004).

Agrotóxicos organoclorados são conhecidos como por persistirem no meio ambiente, por serem amplamente distribuídos geograficamente no mundo, por se acumularem em tecidos gordurosos de organismos vivos e por causarem danos para seres humanos e ao meio ambiente (GALT, 2008).

Segundo VALERO et al. (2009) muitos destes contaminantes ambientais halogenados apresentam atividade estrogênica e que, devido à sua natureza lipofílica (se associa com moléculas de gorduras), o tecido mamário humano acumula essas substâncias e existe a possibilidade de que os níveis de organoclorados encontrado em seres humanos pode exercer um efeito proliferativo sobre as células normais da mama.

A ação danosa dos agrotóxicos para o ambiente e a saúde pública tem sido comprovada, levando à restrição e até mesmo proibição em diversos países. Mesmo proibido, estes agrotóxicos foram encontrados em várias matrizes, provando sua persistência no meio ambiente (CARLOS et al., 2013).

Os organoclorados são substâncias orgânicas que possuem uma meia vida longa em solos, sedimentos, ar e biota. Por serem compostos lipofílicos tornam-se bioacumulativos na cadeia alimentar e possuem grande estabilidade físico-química, não sendo voláteis à temperatura ambiente.

Devido a estas características, desde o início dos anos 1970 o uso de agrotóxicos organoclorados tem sido progressivamente restringido a aplicações específicas em diversos países (ALVES et al., 2010) e no Brasil sua utilização está proibida desde 1985 (CARLOS et al., 2013).

Os níveis de organoclorados na água dos oceanos têm causado sérios problemas ecológicos como, por exemplo, o fracasso da reprodução da truta-do-mar, na Laguna Madre, no Texas, e da águia-marinha, no Báltico. Além disso, podem-se encontrar golfinhos contaminados com DDT, desde o litoral paulista até regiões da Antártida (FLORES et al., 2004).

MISHRA et al. (2012) em estudo com nível de organoclorado no solo da Índia verificou que os níveis mais elevados do contaminante foram encontrados em solos de arrozais prática ilegal no país.

Os organoclorados são reconhecidos como suspeitos ou causadores de câncer e como interferentes do sistema endócrino (GALT, 2008). Podem trazer danos irreversíveis quando a exposição ocorre durante a gestação ou nos primeiros anos de vida (FONTENELE et al., 2010).

São considerados poluentes orgânicos persistentes (POPs) e entre esses se pode destacar o aldrin, clordane, DDT (dicloro-difenil-tricloroetano), endrin, heptaclor, hexaclorobenzeno, mirex e toxafeno (GALT, 2008), além de dieldrin, hetptaclor, heptaclor epóxido, hexaclorciclohexano (KANG e CHANG, 2011).

Recentemente, o número de poluentes orgânicos persistentes foi ampliado, sendo eles, clordecone, lindano, pentaclorobenzeno e endosulfan, também pertencem ao grupo de organoclorados altamente persistente no meio ambiente (CHUNG e CHEN, 2011).

No Brasil o ingrediente ativo do lindano foi proibido considerando sua alta toxicidade, a provável carcinogenicidade para humanos, os efeitos do produto preservante de madeira sobre o sistema nervoso central, as interferências da capacidade oxidativa hepática, sua persistência no ambiente e a tendência mundial para banir ou impor severas restrições ao uso deste ingrediente ativo (BRASIL, 2006).

Organofosforados (ORFs) e carbamatos (CMs) são produtos usados em atividades agropecuárias como inseticidas para lavouras e antiparasitários para animais (BARROS et al. 2006) e em sistemas hidráulicos industriais, lubrificantes de alta temperatura, em plastificantes e retardantes de fogo (GUPTA, 2006).

Quando aplicados de forma inadequada na lavoura, essas substâncias podem contaminar cursos de água, além de gerarem resíduos em produtos agrícolas. Animais que ingerem água ou alimentos contendo essas substâncias podem depositá-las na gordura e músculos, podendo ser encontradas também no leite (NERO et al., 2007).

Um outro mundo é possível, mesmo que dentro da livre iniciativa. Ocorre enfatizar que nada é contra a livre iniciativa. Que sem dúvida sempre foi e parece que sempre será o sistema que melhor recepciona a liberdade e a democracia. Mas uma nova autopoise sistêmica para o arranjo social, é urgente. Não faz nenhum sentido a exposição a esta venenama criada para ser usada em guerras.

CONCLUSÃO

BORSÓI et. al. (2014) assinala que existem muitos organofosforados, com milhares de nomes comerciais, como dimetoato , paration e ometoato, a maioria dos quais têm sido utilizados para o controle de insetos em ambientes residenciais e na agricultura (ZHOU, 2011).

A toxicidade aguda dos organofosforados é devido à inibição da enzima acetilcolinesterase, cuja função é hidrolisar a acetilcolina, e por isso resulta na acumulação de acetilcolina que é liberada nas fendas sinápticas do sistema nervoso autônomo, sistema nervoso central e nas junções neuromusculares (ROCHA JÚNIOR et al., 2004).

Embora seja uma exaustiva argumentação técnica, parece que quem produz isto se faz de desentendido. E a culpa não é dos colaboradores, mas de acionistas e detentores de capital.
Por isso se sabe que leis e normas não vão resolver os problemas, embora sejam procedimentos relevantes.

A civilização humana determinará nova autopoiese sistêmica, na acepção livre das concepções de Niklas Luhmann e Ulrich Beck, que contemple a solução dos maiores problemas e contradições exibidas pelo atual arranjo de equilíbrio.

Que é um sistema instável, muito frágil e vulnerável. Para sua própria sobrevivência, o “sistema” vai acabar impondo uma nova metamorfose efetiva.

Infelizmente não serão consciência individual ou revoluções que farão estas alterações. Os movimentos sociais apresentam a distorção sistêmica de articular mudanças ideológicas como se fossem soluções para questões ambientais.

Mas se acredita que uma nova autopoiese sistêmica para o arranjo social, é urgente e será desenvolvida pela civilização humana, sem vincular alterações ideológicas com mudanças de paradigma.

Nada foi mais nefasto na civilização humana do que as hecatombes ambientais produzidas pela falta de liberdade e práticas ambientalmente condenáveis geradas pela autossuficiência de ditadores socialistas.

Voltando aos agrotóxicos, o resultado das intoxicações no sistema nervoso central, é a progressão dos sinais de toxicidade, incluindo aumento de secreções, convulsões, dificuldade respiratória, coma e morte (ZHOU, 2011).

A ampla utilização de organofosforados deu origem a grande preocupação pública sobre a sua toxicidade crônica. Em geral, a exposição prolongada pode ser dividida em exposição ocupacional e exposição não-ocupacional.

A primeira envolve frequentemente população agrícola e trabalhadores empregados em indústrias relacionadas com agrotóxicos. E a última é mais aplicada para a população em geral, potencialmente expostos a organofosforados através de um número de diferentes rotas, incluindo dieta, estilo de vida ou medicinal (ZHOU, 2011).

Pesquisas indicaram que, além da síndrome colinérgica aguda que leva a morte imediata, existem várias síndromes neurológicas como resultado da exposição crônica aos organofosforados, síndromes colinérgicas intermediárias, tardia e comportamental.

Os efeitos comportamentais em consequência de sequelas de intoxicação aguda ou da exposição crônica a baixas concentrações de organofosforados incluem vigilância prejudicada, concentração diminuída, lentidão no processamento da informação e da velocidade psicomotora, déficit de memória, distúrbios linguísticos, depressão, ansiedade e irritabilidade, destacando-se a alta evidência de que indivíduos cronicamente expostos aos organofosforados tenham ideias suicidas (ROCHA JÚNIOR, 2004).

Trabalhadores com 5 a 10 anos de exposição a organofosforados também mostraram maior percentual de hemoglobina anormal, que estavam relacionados a atividade da acetilcolinesterase (ZHOU, 2011).

Uma técnica acessível para detectar um possível problema de contaminação do ecossistema, por ser de baixo custo e de fácil realização (NUNES e VIDAL, 2009), é a utilização de bioindicadores. Esses são organismos, animais ou vegetais, com potencial de sofrer alterações nas suas funções vitais ou composição química, indicando a presença de determinado contaminante no ambiente (SCHREIBER et al., 2013).

O mundo precisa de mudanças para garantir alimentos e preservar a saúde do solo (potencial produtivo do solo), abalada pelos restos da era industrial (PINOTTI e SANTOS, 2013).
As preocupações com o uso de produtos químicos e sua relação com a preservação do solo, resistência de patógenos a fungicidas utilizados, o aumento em demanda por parte dos consumidores de alimentos sem resíduos deixados pela aplicação de agroquímicos, incentiva estratégias e alternativas para métodos de controle de doenças em várias culturas, dentre eles, inclui o controle biológico (LOPES, 2009; MORANDI, 2003).

O controle biológico de doenças de plantas, basicamente, consiste em selecionar os microrganismos a serem utilizados no controle ou supressão de agentes patogênicos que causam doenças em plantas (PINOTTI e SANTOS, 2013).

Entre os controles alternativos de fungos destacam-se o potencial dos extratos, decoctos e óleos essenciais de plantas medicinais e aromáticas na inibição de antracnose de frutos de goiaba, cujos resíduos de fungicidas nos frutos impedem a exportação (ROZWALKA et al., 2008).

Para atender à procura, cada vez maior, de produtos e alimentos livres de resíduos deixados pelas aplicações de agrotóxicos, o controle biológico de pragas e doenças constitui-se uma importante alternativa, contudo, o sucesso do controle de fitopatógenos e da promoção de crescimento por bioagentes dependerá das propriedades e mecanismos de ação do organismo (MACHADO et al., 2012).

A utilização de agrotóxicos pareceu, na maioria dos casos, tentar maximizar a eficiência econômica e aumentar a produtividade rural, trazendo benefícios socioeconômicos adicionais.
Porém, assumindo como verdadeira a relação inversa entre eficiência econômica e justiça socioambiental, seria necessário que algumas comunidades aceitassem disposição a aceitar certa quantidade de risco socioambiental adicional ocasionado pela utilização de agrotóxicos (VEIGA, 2007).

A transição para uma agricultura agroecológica deve ser entendida como um processo gradativo em que diversas dificuldades deverão ser enfrentadas, uma vez que o agricultor, seja ele o grande produtor, seja o agricultor familiar, sente-se seguro com o uso de agrotóxicos.

Não deve ser deixado de lado que qualquer estratégia produtiva que o agricultor adote deve primar por maximizar a produção, de forma a atender as demandas da subsistência e do mercado e garantir alguma lucratividade. Caso contrário, se fracassará. (WAICHMAN, 2012).

É sempre bom lembrar que estas realidades não passaram nem perto de solucionar o problema da fome, que depende da distribuição de riqueza.

Referências:

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BONALDO, S. M., SCHWAN-ESTRADA, K. R., STANGARLIN, J. R., TESSMANN, D. J. e SCAPIM, C. A. Fungitoxicidade, atividade elicitora de fitoalexinas e proteção de pepino contra Colletotrichum lagenarium, pelo extrato aquoso de Eucalyptus citriodora. Fitopatologia brasileira, v. 29, n. 2, 2004.

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BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. CONAMA. Conselho Nacional de Meio Ambiente. Resolução CONAMA Nº 430/2011, de 16 de maio de 2011. Dispõe sobre condições e padrões de lançamento de efluentes, complementa e altera a Resolução no 357, de 17 de março de 2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente

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RIBEIRO, M. L., LOURENCETTI, C., PEREIRA, S. Y. e MARCHI, M. R. R., Contaminação de águas subterrâneas por pesticidas: avaliação preliminar. Química Nova, v. 30, n. 3, Jun., 2007.

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ROZWALKA, L. C., LIMA, M. L. R. Z. C., MIO, L. L. M. e NAKASHIMA, T., Extratos, decoctos e óleos essenciais de plantas medicinais e aromáticas na inibição de Glomerella cingulata e Colletotrichum gloeosporioides isolates from guava fruits. Ciência Rural, v. 38, n. 2, 2008.

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VALERO, P. F., PESTANO, J. J., LUZARDO, O. P., ZUMBADO, M. L. ALMEIDA, M. e BOADA, L. D., Differential effects exerted on human mammary epithelial cells by environmentally relevant organochlorine pesticides either individually or in combination Chemico-Biological Interactions, v.180, n.3, p. 485–491, 2009 VEIGA, M. M., Agrotóxicos: eficiência econômica e injustiça socioambiental. Ciência e saúde coletiva, v. 12, n. 1, 2007.

WAICHMAN, A. V., A problemática do uso de agrotóxicos no Brasil: a necessidade de construção de uma visão compartilhada por todos os atores sociais. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, v. 37, n. 125, 2012.

BORSOI, Augustinho SANTOS, Paulino Ricardo Ribeiro dos, TAFFAREL, Loreno Egidio e GONÇALVES JÚNIOR, Affonso Celso, Agrotóxicos: histórico, atualidades e meio ambiente, Acta Iguazu, Cascavel, v.3, n.1, p. 86-100, 2014

Dr. Roberto Naime, Colunista do Portal EcoDebate, é Doutor em Geologia Ambiental. Integrante do corpo Docente do Mestrado e Doutorado em Qualidade Ambiental da Universidade Feevale.
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Agrotóxicos, histórico e novidades, Parte 2/3, artigo de Roberto Naime

[EcoDebate] BORSÓI et. al. (2014) ressalta que os agrotóxicos ganharam excesso de importância e foram negligenciadas as técnicas de aplicação empregadas (CUNHA, 2008) e o impacto dos agrotóxicos na saúde direta dos agricultores, da população ao consumir os alimentos com resíduos de agrotóxicos devido à contaminação de cereais, frutas e hortaliças e da contaminação do meio ambiente, principalmente solo, água e ar (GALT, 2008; FONTENELE et al., 2010, PEDLOWSKI et al, 2012 e PINOTTI e SANTOS, 2013).

Assim, temos as perdas por volatilização, que representam o resultado global de todos os processos físico-químicos pelo qual um composto é transferido da solução do solo e/ou da superfície das plantas para a atmosfera.

Uma vez na atmosfera, o agrotóxico poderá ser transportado a grandes distâncias, e ser novamente depositado à superfície por meio do vento ou deposição seca e por deposição úmida na chuva, orvalho, neve e neblina (GAVRILESCU, 2005). Podendo esse agrotóxico, na fase de vapor, contaminar o ambiente e atingir organismos não alvo.

BORSÓI et. al. (2014) afirma que no meio ambiente, os agrotóxicos podem afetar e contaminar a biota, a qualidade da água e do ar, a produtividade e a qualidade final dos alimentos de origem animal e vegetal, podendo torná-los impróprios para o consumo (SCHREIBER et al., 2013).

As propriedades físico-químicas dos agrotóxicos, bem como a quantidade e a frequência de uso, métodos de aplicação, características bióticas e abióticas do ambiente e as condições meteorológicas determinarão qual será o destino dos agrotóxicos no ambiente.

Novamente está se discutindo direção e velocidade dos ventos, áreas de isolamento ou de refúgio. Não tem como fugir desta realidade. Quando a gente se pega discutindo os fatores científicos que controlam o vento, isto inspira uma sensação de regressão aos nossos ancestrais, numa sociedade ultra-tecnológica.

Essas condições variam de acordo como produto e com os fatores relacionados à sua aplicação, por isso não podemos prever um modelo para o comportamento destes agrotóxicos nem sua interação com o ambiente. Por mais que se atribua ao vento caráter científico.

Entretanto, alguns processos são conhecidos e descritos para diferentes produtos, tais como retenção, transformação e transporte. Esses processos podem predizer como o produto se comportará interagindo com as partículas do solo e com outros componentes, com sua velocidade de evaporação, solubilidade em água e bioacumulação (RIBAS e MATSUMURA, 2009).

O aumento considerável no volume de agrotóxicos aplicados tem trazido uma série de transtornos e modificações para o ambiente, tanto pela contaminação das comunidades de seres vivos que o compõe, quanto pela sua acumulação nos segmentos bióticos e abióticos do ecossistema (biota, água, ar, solo, etc.) (FERREIRA et al., 2006).

RIBEIRO et al. (2007) relatam que, mesmo em concentrações baixas, são encontrados resíduos de agrotóxicos em amostras de água subterrânea em países como Grã-Bretanha, Alemanha, Estados Unidos, Grécia, Bulgária, Espanha, Portugal e Brasil.

No solo, a preocupação com a contaminação é referente à interferência desses princípios ativos em processos biológicos responsáveis pela oferta de nutrientes. São consideráveis as alterações sofridas na degradação da matéria orgânica, através da inativação e morte de microrganismos e invertebrados que se desenvolvem no solo.

A ciclagem de nutrientes pode ser afetada quando, por exemplo, o princípio ativo persistente no solo interfere no desenvolvimento de bactérias fixadoras de nitrogênio, responsáveis pela disponibilização desse mineral às plantas (CARLOS et al., 2013).

Os agrotóxicos podem também se infiltrar no solo, atingindo as águas subterrâneas e ser encontrados em poços utilizados para abastecimento de água para uso doméstico ou para dessedentação de animais. A importância relativa dessas duas formas de transporte depende, em grande parte, do tipo de solo e do relevo da região (FLORES et al., 2004).

A presença de agrotóxicos em estações de tratamento de águas urbanas é principalmente devido ao seu uso não agrícola. A lista de utilizações inclui a aplicação de manutenção de gramados (campos de golfe, instalações educacionais, parques e cemitérios), no controle de vegetação industrial (instalações industriais, concessionárias de energia elétrica, rodovias, ferrovias, gasodutos), em saúde pública (redução de mosquitos, áreas de controle de roedores e áreas aquáticas) e em culturas não-agrícolas, como a silvicultura comercial e horticultura e plantas em viveiros (KÖCK-SCHULMEYER et al., 2013).

Antes do ano de 1500 a visão de mundo dominante na Europa, bem como no restante o mundo era a agricultura baseada na origem orgânica. A estrutura científica dessa visão foi devido à autoridade da igreja e da filosofia de Aristóteles.

Esta visão orgânica mudou radicalmente nos séculos XVI e XVII, uma vez que sofreu uma ruptura epistemológica que foi substituída pela noção do mundo da máquina com mudanças revolucionárias causadas pelas ideias científicas de Copérnico, Galileu, Newton e Einstein (PINOTTI e SANTOS, 2013).

Por volta de 1798, o planeta atingiu um bilhão de pessoas. Neste momento, o crescimento da população mundial estava em progressão geométrica, enquanto o crescimento de alimentos aumentou aritmeticamente, causando há muito tempo uma dívida negativa em alimentos, determinando a fome (RIBAS e MATSUMURA, 2009).

Nas últimas décadas a ação humana sobre o planeta tem sido extrema e de acelerado desenvolvimento. A Revolução Verde, que ocorreu entre os anos de 1940 a 1970, com a mecanização rural, irrigação e uso de fertilizantes e agrotóxicos, bem como a seleção de sementes mais produtivas determinou o crescimento da produção de grãos em países desenvolvidos.

Isto resultou na intensiva utilização da adubação química e de agrotóxicos.

Esse conjunto de inovações tem contribuído para modernas práticas agrícolas que garantem a produção de alimentos e cereais pelo aumento da produtividade agrícola.

Mas estas realidades não passaram nem perto de solucionar o problema da fome que depende da distribuição de riqueza.

O impacto da humanidade sobre do planeta, que começou um crescimento acelerado de dez mil anos atrás, com a descoberta da agricultura e o aumento da produção de grãos foram reguladas pela alta taxa de mortalidade em epidemias e guerras (PINOTTI e SANTOS, 2013).

Assim, após o final da II Guerra Mundial, a partir da década de 50, quando se iniciou a chamada Revolução Verde, foi possível observarem-se profundas mudanças no processo tradicional da produção agrícola, bem como nos impactos dessa atividade sobre o ambiente e a saúde humana.

Novas tecnologias, muitas delas baseadas no uso extensivo de agentes químicos, foram disponibilizadas aos agricultores aumentando a produtividade através do controle de doenças e proteção contra insetos e outras pragas (RIBAS e MATSUMURA, 2009).

O uso de agrotóxicos no Brasil, assim como o controle de sua presença no meio ambiente, é normatizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA).

A Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) n°430 de março de 2011 preconiza o nível máximo permitido para agrotóxicos organoclorados em recursos hídricos (BRASIL, 2011).

De acordo com GARCIA et al. (2005), a legislação brasileira para o uso e controle de agrotóxicos começou mais formalizada na década de oitenta (Lei dos Agrotóxicos do Brasil, n° 7802/89). As agências governamentais envolvidas nesse trabalho têm definido a necessidade de práticas agrícolas e ambientais para a manutenção da saúde pública.

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Dr. Roberto Naime, Colunista do Portal EcoDebate, é Doutor em Geologia Ambiental. Integrante do corpo Docente do Mestrado e Doutorado em Qualidade Ambiental da Universidade Feevale.Saiba mais em O AMBIENTALISTA
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Agrotóxicos, histórico e novidades, Parte 1/3, artigo de Roberto Naime


[EcoDebate] BORSÓI et. al. (2014) assinalam que o meio ambiente envolve todos os seres vivos e inanimados que ocorrem na Terra, ou alguma região dela, que afetam os ecossistemas e a vida.

É compreendido pelo conjunto de condições, leis, influências e infraestrutura de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas.

A relação entre meio ambiente e agrotóxicos é extremamente complexa, pois todo produto químico aplicado no ambiente resultará em algum impacto, segundo BORSÓI et. al. (2014)

O Brasil é um dos principais consumidores de agrotóxicos do mundo, devido principalmente a sua grande extensão de terras agricultáveis e aplicações muitas vezes sem critérios técnicos que provocam contaminação do meio ambiente e interferem na saúde da população.

Dentre os agrotóxicos os grupos químicos organoclorados e organofosforados destacam-se pela alta toxidez de suas moléculas e capacidade de causar danos ao ambiente e, devido a serem aplicados em larga escala, provocam diversos problemas tanto a animais quanto a pessoas.

BORSÓI et. al. (2014) assinala que existem vários métodos e ações para reduzir a problemática da contaminação com agrotóxicos, entre as quais se pode citar o controle biológico de pragas e doenças, investimento em pesquisa em moléculas menos tóxicas e capacitação técnica para a correta aplicação dos produtos.

Não faz sentido exercer qualquer condenação prévia e apriorística de qualquer substância química, com apropriação dogmática. Qualquer inovação tecnológica tem como estimulação, os benefícios que podem ser gerados.

Assim, todos os procedimentos merecem isenção e avaliações em cada caso, e não condenações gerais de qualquer natureza, que respondam a anseios dogmáticos ou políticos.

Mesmo que não se apregoe qualquer restrição às evoluções científicas que inegavelmente são representadas por aprimoramentos de moléculas na indústria química, não custa nada admoestar a todas as partes interessadas que é preciso ter um pouco de humildade.

Mecanismos de proteção que podem até interferir na seleção natural, são temerários, sem compreender todas as relações implícitas ou explícitas, e não lineares ou cartesianas da homeostase dos ecossistemas.

Logo parece um pouco pretensioso na atual fase de conhecimentos da civilização humana, implementar estes incrementos sem considerar os princípios de precaução e sem mobilizar tentativas mais sistêmicas e holísticas de se apropriar da realidade.

A preocupação com a presença de agrotóxicos nos alimentos é tão antiga quanto à introdução destes produtos químicos no controle de pragas e doenças que afetam a produção agrícola.

A relação entre agricultura e saúde pública sempre foi muito grande, seja na função de supridora de alimentos, seja pelos riscos à saúde humana e ao meio ambiente causados pela utilização de agrotóxicos (VEIGA, 2007).

Apesar disso, somente em anos mais recentes, o avanço do conhecimento científico e as novas tecnologias da área laboratorial, vêm permitindo a avaliação da qualidade dos alimentos que chegam à mesa da população.

O desenvolvimento dos agrotóxicos foi impulsionado pelo anseio do homem em melhorar sua condição de vida, procurando aumentar a produção dos alimentos (BRAIBANTE e ZAPPE, 2012).

Mas agora é consensual a constatação de que a fome depende mais de equidade social na distribuição da renda do que da produção de grãos e alimentos

Os herbicidas que são amplamente utilizados em zonas rurais para fins agrícolas e não agrícolas, constituem importantes poluentes das águas naturais (IRACE-GUIGAND et al., 2004).

O círculo do agrotóxico ocorre quando um determinado produto é proibido de ser utilizado pelos produtores dos países industrializados, e entretanto continua sendo produzido nas indústrias deste país industrializado para ser exportado para nações em desenvolvimento. Onde são utilizados quase que inteiramente por produtores exportadores de grãos, e então o agrotóxico volta para o país industrializado como resíduo em alimentos (GALT, 2008).

Os resíduos de agrotóxicos em alimentos consumidos por pessoas podem ser causa de problemas endócrinos, uma vez que várias substâncias químicas de uso doméstico, industrial e agrícola possuem comprovada atividade hormonal, e por isso também são denominados interferentes ou disruptores endócrinos (FONTENELE et al., 2010).

Existem mais de três mil substâncias produzidas em larga escala no mundo e numerosas delas são interferentes endócrinos como inseticidas, detergentes, repelentes, desinfetantes, fragrâncias, solventes, retardantes de chamas, entre outros produtos, que estão presentes nos efluentes das indústrias e residências e que chegam até as estações de tratamento de água.

Deve-se considerar que apenas 40 a 50 substâncias químicas são contempladas pelos padrões de potabilidade de água na maioria dos países, e por isso a presença desses contaminantes na água, no solo ou no ar representa um risco devido à contaminação na cadeia alimentar, que não são avaliados pelos órgãos de controle de qualidade (FONTENELE et al., 2010).

Atualmente, mais de 80% dos agricultores brasileiros utilizam agrotóxicos para combater pragas e doenças e com isso aumentar a produtividade, o que contribui para aumentar o risco de danos ambientais e problemas com a saúde humana, uma vez que principalmente os agricultores estão expostos a uma mistura de agrotóxicos (PEDLOWSKI et al., 2012) e isso pode contribuir ainda mais para desencadear interferências endócrinas (FONTENELE et al., 2010).

Por isso, o ciclo dos agrotóxicos usados no mundo, considerando todo seu processo de produção industrial até seu destino final que é o meio ambiente, tornou-se praticamente uma preocupação constante entre os ambientalistas, ativistas políticos e pessoas preocupadas com qualidade e segurança alimentar do consumidor (GALT, 2008).

Para FIGUEIREDO e NETO (2009), extrapolar o conceito biológico tradicional de meio ambiente é necessário para que compreender a complexa relação entre ser humano e natureza. Subjetivamente, ambiente é um sistema de relações entre o ser humano e o meio, entre sujeitos e objetos.

O meio ambiente depende de um sistema de crenças, valores e culturas e da interação entre os sujeitos (indivíduos, grupos, sociedade) e os objetos (fauna, flora, solo, água, ar etc.).

Para BORSÓI et. al. (2014), dessa forma, é possível se ter então um conceito de meio ambiente, incluindo as percepções ambientais da sociedade, como o lugar determinado ou percebido, onde os elementos naturais e sociais estão em relações dinâmicas e em interação.

Essas relações implicam processos de criação cultural e tecnológica e processos históricos e sociais de transformação do meio natural e construído (FIGUEIREDO e NETO, 2009).

Houve grande transformação da paisagem do meio agrícola a partir da revolução verde, a qual provocou inovações com a utilização de tecnologias.

As tecnologias resultaram na substituição da mão de obra humana e animal pela utilização de máquinas e equipamentos, na utilização de sementes selecionadas para maior produtividade e recentemente pela adoção das sementes transgênicas.

Também resultou na intensiva utilização da adubação química e de agrotóxicos. Esse conjunto de inovações tem contribuído para modernas práticas agrícolas que garantem a produção de alimentos e cereais pelo aumento da produtividade agrícola.

Mas estas realidades não passaram nem perto de solucionar o problema da fome que depende da distribuição de riqueza.

Referências:

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WAICHMAN, A. V., A problemática do uso de agrotóxicos no Brasil: a necessidade de construção de uma visão compartilhada por todos os atores sociais. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, v. 37, n. 125, 2012.

BORSOI, Augustinho SANTOS, Paulino Ricardo Ribeiro dos, TAFFAREL, Loreno Egidio e GONÇALVES JÚNIOR, Affonso Celso, Agrotóxicos: histórico, atualidades e meio ambiente, Acta Iguazu, Cascavel, v.3, n.1, p. 86-100, 2014

Dr. Roberto Naime, Colunista do Portal EcoDebate, é Doutor em Geologia Ambiental. Integrante do corpo Docente do Mestrado e Doutorado em Qualidade Ambiental da Universidade Feevale.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

2ª Feira do Livro Sesc de Blumenau ocorre de 27 de setembro a 1º de outubro, no Teatro Carlos Gomes

“Imagens Literárias” é o tema da 2ª Feira do Livro de Blumenau, realizada pelo Sesc, de 27 de setembro a 1º de outubro, no Teatro Carlos Gomes. O evento contará com oficinas, apresentações artísticas, encontros com autores e ilustradores, palestras, comércio de livros e Chás Literários. Um grande encontro para discussão e fruição, que reunirá escritores, pesquisadores, artistas, comunicadores e a comunidade.

O objetivo é promover diálogos onde a imagem ultrapassa as paredes da representação gráfica, estabelecendo relações com o imaginário humano das mais diversas formas. “Pensando que a cultura é que dá sentido e corpo à imagem, este encontro propõe uma programação unificada de fomento e troca de saberes nas mais diversas vertentes no estudo da imagem na literatura através de uma programação diversificada e integrada proporcionando reflexão, fruição e entretenimento com a participação de artistas e autores”, declara a técnica de Cultura do Sesc em Blumenau, Desiree Leslie Silveira.

Os Chás Literários, que também aconteceram na primeira edição da Feira do Livro, no ano anterior, e promoveram momentos de diálogo e reflexão, são abertos à comunidade. Neste ano, serão abordados temas como: “Contos orais na contemporaneidade”, a “Interação da música e da literatura”, “Reflexões sobre qualidade literária para a infância”, além de uma importante discussão sobre a comunicação para o produto literário.

Um diferencial desta edição do evento é o espaço “Palco Aberto”, no sábado dia 1º de outubro. Na ocasião, o evento abre sua programação para autores, blogueiros e pessoas envolvidas com a literatura para que possam divulgar seus trabalhos e /ou suas pesquisas; e também a presença da Feira Setorial de Literatura, com envolvimento de autores da região. Esta participação é possível através de agendamento pelo e-mail desiree.6941@sesc-sc.com.br

Acompanhe as notícias e as novidades pelo evento: www.facebook.com/events/813751958765179

SERVIÇO:
2ª Feira do Livro Sesc de Blumenau
De 27 de setembro a 1º de outubro
Teatro Carlos Gomes (Rua XV de Novembro, 1181 - Centro – Blumenau)
Entrada gratuita e aberta a toda a comunidade

AGENDAMENTOS: Grupos escolares e outros agendamentos pelo e-mail desiree.6941@sesc-sc.com.br
Mais informações: Sesc em Blumenau: (47) 3322-5261
Fonte: Assessoria de Imprensa Sesc/SC: Sarah Goulart | Alessandra Carvalho
Divulgação local: Nane Pereira Comunicação e Arte: 47 9922-9171

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

27 de setembro (terça-feira)
9h: Abertura
9h15: Baú de Histórias – “Foi coisa de Saci”, Cia Contacausos (Chapecó/SC) – Sala Verde
10h15: Hora do Conto – “Memórias de uma menina”, Gilmara Goulart (Timbó/SC) – Palco Central
12h: Intervenção artística – Um-banda Luís Guilherme Holl (Blumenau/SC) – Praça Teatro
13h30: Baú de Histórias – “Foi coisa de Saci”, Cia Contacausos (Chapecó/SC) – Sala Verde
15h: Hora do Conto – “Aqui Acolá Histórias orientais para te contar”, com Gilmara Goulart (Timbó/SC) – Palco Central
18h30: Intervenção Clown – “Terapia Literária com Dra. Sofia”, com Paula Sofia (Blumenau/SC) – Salão Centenário
19h30: Chá Literário – “Contos orais da contemporaneidade”, com mediação de Josiane Geroldi
20h15: Palestra com Sueli Cagneti – “Imagens: das antigas ilustrações aos sofisticados projetos editoriais contemporâneos” – Palco Central

Dia 28 de setembro (quarta-feira)
9h30: Hora do Conto – “Tem coroa, mas não é rei”, Cia Contacausos (Chapecó/SC) – Palco Central.
10h: Sementes da paz Poesia com crianças – Mediação da escritora Terezinha Manczak (Blumenau/SC) – Sala Verde
13h30: Hora do Conto – “Tem coroa, mas não é rei”, Cia Contacausos (Chapecó/SC) – Palco Central
14h30: Sementes da paz- Poesia com crianças-Mediação escritora Terezinha Manczak (Blumenau/SC) – Sala Verde
15h30: Palestra – “Panorama das HQ’s no Brasil”, com Paulo Cecconi (Blumenau/SC) – Sala Verde
18h: Curta a praça – Exibição de audiovisual na praça
19h: Mesa redonda sobre relançamento da RDC (Revista de Divulgação Cultural) com José Endoença Martins e Maria José Ribeiro. Mediação de Maicon Tenfen – Sala Verde
20h: Chá literário – “Divulgação do Produto Literário” (com participação de escritores, jornalistas e produtores culturais) – Sala Verde
21h: Encontro com Escritor – Maicon Tenfen – Palco Principal

29 de setembro (quinta-feira)
9h: Sarau Literário Idiomas Sesc – Sala Verde
09h30: Encontro com escritor – Marcelo Labes – Palco Principal
14h: Sarau Literário Idiomas Sesc – Sala Verde
14h30 Hora do Conto – “Contos da Ilha da magia”, Cia Sandra Baron – Praça do Teatro
15h30 Palco Giratório- A casatória c’a difunta – Cia Pão Doce- RN - Pequeno auditório
19h: Encontro com escritor – Marcelo Labes
19h: Sarau Literário Idiomas Sesc
19h30: Lançamento Livro “Evaristo, a Cutia” e conversa com autores Pochyua Andrade e Nestor Júnior.
20h15: Chá literário e musical: Interações Música e Literatura, com Gregory Haertel e Mareike Valentin

30 de setembro (sexta-feira)
9h30: Hora do Conto – Espaço Biblioteca Sesc
10h: Espetáculo teatral – “Meu pai é um homem pássaro”, Cia Experimentus (Itajaí/SC)
14h: Espetáculo teatral – “Meu pai é um homem pássaro”, Cia Experimentus (Itajaí/SC)
15h: Baú de histórias – “Evaristo, a Cutia”, Camba Produções (Blumenau/SC) – Palco Principal
16h: Histórias em Par- Sinos Cia de Teatro (Blumenau/SC)- Praça do Teatro
18h:30 Chá literário – Roda de Leitura com Nana Toledo e Pablo Lugones da Editora Gato Leitor.
19h30 Palestra com Anelise Zimmermann: "Criação de imagens na literatura para a infância e suas leituras"
21h: Show Orquestra Blumenauense de Viola Caipira com participação do Grupo de Cantoria do Sesc

1 de outubro (sábado)
9h: Oficina "Processo de criação de ilustrações para literatura”, com Anelise Zimmermann (Florianópolis) –Sala Nobre
10h30: “Ao pé do Ouvido - Sussurrando Poemas”, com Nana Toledo e Grupo Boca do Vento- Sala Verde
11h30: Lançamento do livro “Moustache”, da Editora Gato Leitor, de Gracia Iglesias e Guridi, da Espanha, com Tradução de Nana Toledo- Palco Principal
12h30: Intervenção artística “Um-banda Luís Guilherme Holl” – Praça teatro
13h30: Oficina "Introdução ao livro-imagem", com Renato Moriconi (SP) –Sala Nobre
15h: Histórias Bilíngues- GESCHICHTEN AUS DER HÖHLE/HISTÓRIAS DA TOCA, com Shirlei Dickmann e Rosimeli Zech – Sala Verde
16h: “Histórias Fora da Caixa”, com Natalia Curioletti – Sala Verde
17h30: Leia Mulheres, Com escritora e artista Cláudia Iara Vetter – Sala Verde
19h30: Palestra "O livro e a imagem: diálogos entre artes plásticas e literatura", com Ricardo Moriconi (SP) – Palco Principal
21h30: Encerramento e Show Pochyua Andrade – Palco Principal

SOBRE OFICINAS:
Oficina 1 "Processo de criação de ilustrações para literatura” com Anelise Zimmermann- Florianópolis/SC.
Data: 1° de outubro-Sábado/ Local: Sala Verde-Teatro Carlos Gomes/ Horário: 9h
Oficina 2: "Introdução ao livro-imagem" com Renato Moriconi-SP
Data: 1° de outubro/ Local: Sala Verde-Teatro Carlos Gomes/Horário: 13h30.

Inscrições para as oficinas devem ser feitas na central Relacionamento com Clientes do Sesc em Blumenau, na Rua Amadeu da Luz.
Ambas tem o valor de R$ 50,00 usuários e R$ 25,00 comerciários e vagas LIMITADAS.
Mais informações no e-mail desiree.6941@sesc-sc.com.br

SINOPSES:
Espetáculo “Foi coisa de Saci”, Cia Contacausos (Chapecó/SC)
Sinopse: SACI é coisa que gente da cidade nega, diz que não tem, mas tem! “Acontece que ele é filho do mistério, filho do vento gira e assobia, filho das sombras que formam figuras lá no fundo da floresta, filho do medo e da assombração”. Numa casa de caboclo, quando alguma coisa estranha acontece, as pessoas dizem que FOI COISA DE SACI! O espetáculo faz um passeio pelos causos da nossa gente brasileira que jura que viu, ouviu e até já prendeu o danadinho na garrafa. Duração: 40 min. / Classificação: a partir de 7 anos.

Espetáculo “Tem coroa mas não é rei”, Cia Contacausos (Chapecó/SC)
“Toda adivinha é uma metáfora da vida, é o início da poesia, nossa primeira brincadeira com as palavras…” O espetáculo é um passeio pelos contos populares de adivinhação e pela cultura do nosso povo, sua rica sabedoria, seus modos de dizer e viver a vida. Duração: 30 min. / Classificação: 6 anos.

Espetáculo “Aqui acolá - Histórias orientais para te contar”, com Gilmara Goulart (Timbó/SC)
É um Espetáculo de Contação de Histórias nascidas no Japão, China, Coreia, Índia e Tibet; que ganham roupagem nova e são contadas por Gilmara Goulart, a partir de elementos que saem de uma maleta e de bolsos de uma saia. O Espetáculo conta também com músicas orientais e permite possíveis participações do público. Duração: 30 min. / Classificação: a partir de 5 anos.

Espetáculo “Memórias de uma menina”, com Gilmara Goulart (Timbó/SC)
O espetáculo narra a história de uma menina serelepe que passava seus dias de férias espiando o que tem nos bolsos da saia de sua mãe. Esses bolsos, mágicos e encantadores permitem a menina junto da mãe constituir suas mais lindas heranças familiares. Duração: 35 min. / Classificação: Livre.

Espetáculo “Um- banda”, com Luís Guilherme Holl
O Um-Banda é um homem-banda. Utilizando da energia do clown, apresenta musicas universais presentes no (in)consciente coletivo e composições próprias. Esse personagem é a busca da incorporação do arquétipo do louco do tarot, misturado com o arquétipo do músico mambembe, do menestrel, do bobo e do trickster. Deboches e sátiras criticas também fazem parte do repertório desse louco. É o portador do gorro mágico (ohhh), esse gorro, além de ser o chapéu do músico de rua, tem o poder de realizar desejos. No repertório estão inclusas danças húngaras de Brahms, Gypsy jazz de Django Reinhardt, temas de desenhos animados como Tom & Jerry e Looney tunes, músicas tradicionais russas, judias e ciganas, além de composições próprias apresentadas pela cândida atmosfera de um palhaço. Duração: 40 min. / Classificação: Livre.

“Contos da Ilha da Magia”- Cia Sandra Baron- Jaraguá do Sul-SC
Contos da Ilha da Magia é uma coletânea de contos da tradição oral do litoral de Santa Catarina de origem açoriana. A cultura e o folclore do litoral catarinense contados através do embate fantástico entre bruxas e benzedeiras de forma teatral e interativa. O universo bruxólico catarinense e a importância das benzedeiras bastante presentes na região de Florianópolis e nas demais cidades litorâneas catarinenses, ganham vida neste espetáculo. Duração: 40 min. / Classificação: 10 anos.

“Histórias em par”, Sinos Cia de Teatro (Blumenau/SC)
Francisca Ceroulas e Eunice Laquê são duas senhoras de idade, contadoras de história, antigas amigas e rivais. As duas são convidadas para contar a mesma história, no mesmo local e horário, por algum erro da produção do evento, que deveria ter chamado apenas uma delas. Uma não contava com a presença da outra e apesar da amizade, as duas são concorrentes e estavam preparadas para contar a história individualmente. Dentro dessa grande confusão, as duas parecem não ter outra escolha a não ser dividir a atenção das crianças por um bem maior. Assim, essas velhinhas divertidas e engraçadas precisarão compreender suas diferenças, e contar juntas: A história do Sol e da chuva. Juntando elementos poéticos e musicais, as duas amigas aos poucos começam a resgatar os valores de uma verdadeira amizade e a importância do perdão. Duração: 35 min. / Classificação: Livre.

“Meu pai é um homem pássaro” - Cia Experimentus-Itajaí/SC

Jack é um homem que, após a perda de sua esposa, vive sob os atenciosos cuidados de sua filha Lizzie. Apaixonado pelos pássaros e tomado pelo desejo de voar, Jack se vê diante da chance de lançar-se no ar quando é anunciado que a cidade receberá ‘A Grande Competição do Pássaro Humano’. O sonho do “avoado” pai passa a ser também um desejo de sua filha e, assim, novos laços começam a ser estabelecidos entre os dois, um homem pássaro e uma menina pássaro. Duração: 60 min. / Classificação: a partir de 7 anos.

"Histórias Bilíngues: GESCHICHTEN AUS DER HÖHLE / HISTÓRIAS DA TOCA", com Shirlei Dickmann e Rosimeli Zech
Em histórias que iniciam com "Es war einmal..." ou "Era uma vez..." muitos personagens se fazem presentes. No espetáculo "HISTÓRIAS DA TOCA", uma toupeira vive aventuras que nos levam a reflexão sobre momentos que vivemos no nosso cotidiano, fora do mundo do faz de conta. Você viverá a experiência de ouvir a mesma história contada em duas línguas. Venha conhecer esta TOCA com muitas histórias! Duração: 45 min. / Classificação: Livre.

“Ao pé do Ouvido - Sussurrando Poemas”, com Nana Toledo e Grupo Boca do Vento.
Cantorias para chamar os poemas soprados pelo vento. Prestigie e receba um poema ao pé do ouvido. Duração: 40 min. / Classificação: Livre.

“Histórias Fora da Caixa”, com Natalia Curioletti – Sala Verde- Ação Gato leitor
Sinopse: Margarida adora ler e contar histórias. Ela vai a lugares com crianças que tem o poder da imaginação para abrir as “Caixas Mágicas”. Das caixas saem livros, sempre diferentes, para serem compartilhados com quem quiser ouvir. Duração: 35 min. / Classificação: Livre.

Palco Giratório- A casatória c’a difunta –Cia Pão Doce-RN
A casatória c'a defunta conta de modo lúdico e divertido as peripécias de quem já partiu desta vida para uma melhor e dos que ainda respiram por esses ares. Cinco atores em “pés-de-banco” levam a magia para as ruas a partir da história do medroso Afrânio, que está prestes a casar-se com a romântica Maria Flor, mas acidentalmente casa-se com a fantasmagórica Moça de Branco, que o conduz para o submundo. Lá, o jovem fará valorosos amigos e aprenderá uma grande lição. Mesmo assim, Afrânio está disposto a não desistir do seu amor verdadeiro, ainda que isso lhe custe a própria vida. Duração: 50min. / Classificação: Livre.

1ª Feira do Livro do Sesc 
Sesc/Divulgação
Dia 1 de outubro tem programação paralela das 9h às 18h na Praça do Teatro Carlos Gomes
- Feira Setorial de Literatura. Sob coordenação de Terezinha Manczak, a feira tem por objetivo divulgar obras de autores da região e as inscrições e informações são obtidas pelo e-mail: terezinhamanczak@gmail.com- Recreação do Sesc- Jogos de todo o mundo.
- Blitz da saúde Sesc- Aferição de pressão, testes de glicemia, orientação nutricional.
- Feira de variedades-artesanato, arte e brechó.
- Palco Aberto- Autores e pesquisadores poderão divulgar seus trabalhos e/ou pesquisas na área da literatura. (Inscrições pelo e-mail desiree.6941@sesc-sc.com.br).


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terça-feira, 13 de setembro de 2016

"Concurso Liberdade de Conhecer"

A Rádio Comunitária Liberdade de Três Palmeiras estará promovendo o "Concurso Liberdade de Conhecer", os Lugares mais Lindos de Três Palmeiras.
Você que conhece  algum lugar que vale a pena outras pessoas conhecerem, fique ligado na Rádio Comunitária Liberdade e aqui no Blog.
Participe e ganhe prêmios pela sua contribuição.
Aguarde o Regulamento estará aqui no blog nos próximos dias.
Você poderá participar com fotos e Videos, que devem ser enviados para: E-mail: accltp@hotmail.com ou no Watsapp da Rádio 54 9955 2725.
Qual será o local mais bonito???????????????????????????

Visite o Blog da Rádio Comunitária Liberdade clicando sobre esta frase.
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As 15 melhores cidades para se viver no Rio Grande do Sul

As melhores cidades para se viver no Rio Grande do Sul. Para se chegar a esse resultado, foi levado em conta apenas o Índice de Desenvolvimento Municipal (IDHM).

O IDH é medido em todo o mundo pela ONU com base em indicadores de educação, renda e expectativa de vida. No Brasil, o levantamento ocorre a cada dez anos e é feito em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os dados mais recentes, empregados para a elaboração deste ranking, são de 2010. Já a taxa populacional é fruto de estimativas atualizadas do IBGE com base no censo de 2010.

O que chama a atenção no Rio Grande do Sul é que grande parte das cidades que aparecem na lista não possuem nem mesmo 10 mil habitantes e a maioria delas apresenta sites com muitas informações sobre elas. Talvez isso seja uma prova de que a vida no campo, em municípios menores, seja menos estressante do que em grandes centros urbanos. Confira:

1.º Porto Alegre
Crédito: Wikimedia Commons.
A capital mais meridional do Brasil é sede da maior concentração urbana da Região Sul e a quinta mais populosa do Brasil. Hoje ela abriga mais de 1,4 milhão de habitantes dentro dos limites municipais. Porto Alegre ostenta, ainda, mais de 80 prêmios e títulos que a distinguem como uma das melhores capitais brasileiras para morar, trabalhar, fazer negócios, estudar e se divertir. Foi destacada em anos recentes também pela ONU como a metrópole número 1 em qualidade de vida do Brasil por três vezes. Porto Alegre tem um IDHM de 0,805, o que lhe confere o primeiro lugar entre as cidades do estado.

2.º Carlos Barbosa
Crédito: Prefeitura de Carlos Barbosa.
Casa da Associação Carlos Barbosa de Futsal, um dos principais times de futsal do país, o município da Serra Gaúcha está localizado a cerca de 100 quilômetros de Porto Alegre, tem um relevo típico de altos montes, chegando a 750 metros de altitude e vales profundos, descendo a menos de 130 metros. Essas diferenças produzem cenários exuberantes que encantam os visitantes e os mais de 26 mil habitantes de Carlos Barbosa. A cidade possui belos lugares para a prática de esportes, com muito verde e ar puro. No interior está situada uma das melhores rampas do estado para a prática de voo livre de paraglider, o chamado Morro do Diabo. O lugar é palco para competições regionais e estaduais da modalidade. O IDHM é de 0,796. Fonte: Prefeitura Municipal de Carlos Barbosa.

3.º Três Arroios (RS) 
Igreja Matriz de Três Arroios. Crédito: Wikimedia Commons.
O município tem este nome por estar localizado em um vale que é atravessado por três riachos. Em fins de 1915, já divididas todas as terras, com água abundante, temperatura e relevo que lembravam a Europa e com solo fértil onde era possível a cultura de todos os ramos agrícolas se inicia a colonização de Três Arroios. De acordo com o último Censo do IBGE, a cidade tem 2.855 habitantes. Fonte: Prefeitura Municipal de Três Arroios. O IDHM da cidade é de 0,791.

4.º Ipiranga do Sul (RS)
Crédito: Prefeitura Municipal de Ipiranga do Sul.
No ano de 1938 chegaram várias famílias, atraídas pelas matas nativas com abundância de pinheiros, próprias à extração vegetal, e pelo clima e relevo, propensos à criação de gado. Essas famílias introduziram a primeira serraria em Ipiranga. A partir de desbravamento da mata, foram surgindo colonos que diversificaram as atividades econômicas a vinicultura, a suinocultura, a bovinocultura, o plantio de trigo, do milho e do feijão preto. De acordo com o último senso realizado pelo IBGE em 2010, Ipiranga do Sul possui uma população de 1.944 habitantes. O IDHM é de 0,791. Fonte: Prefeitura do Ipiranga do Sul.

5.º Lagoa dos Três Cantos (RS)
Lagoa FEST. O evento, acontece, anualmente, em março. Crédito: Prefeitura Municipal.
Lagoa dos Três Cantos é um aconchegante município localizado na Zona Central do Rio Grande do Sul. É tipicamente rural, onde predomina o cultivo da soja, milho, trigo e cevada, além da produção de suínos, gado leiteiro e aves. Também se destaca no comércio de sementes forrageiras. Grande parte dos seus habitantes é de origem germânica e procura valorizar a dança, o folclore, o canto e a música, hábitos herdados dos antepassados. O dialeto alemão ainda é falado por parte dos seus moradores, que são originários da região da Westfália e Hunsrick, na Alemanha. Sua população é de 1.598 habitantes (Censo de 2010). Considerado um dos lugares mais seguros da região, oferece parcerias e incentivos para empresas que desejam investir no município. O IDHM é de 0,789. Fonte: Prefeitura Municipal de Lagoa dos 3 Cantos.

6.º Garibaldi (RS)
Museu Histórico de Garibaldi. Crédito: Prefeitura Municipal de Garibaldi.
Garibaldi (cidade localizada a 105 quilômetros de Porto Alegre a 640 metros de altitude) é um município com características peculiares. Colonizado por imigrantes italianos, teve forte influência da cultura francesa, transmitida pelas congregações religiosas, responsáveis pela educação dos habitantes, durante décadas. Além disso, veio a receber o aporte dos sírio-libaneses no que diz respeito ao comércio. Esses são alguns dos fatores que contribuíram para a Garibaldi de hoje. Um município com diversidade econômica e cultural, rico de história e memória. O IDHM é de 0,786. Fonte: Prefeitura Municipal de Garibaldi.

7.º Nova Araçá (RS)

Crédito: Prefeitura Municipal de Nova Araçá.
A cultura gaúcha se destaca na cidade pelo Rodeio Artístico que ocorre no Parque de Rodeios Municipal. É a maior festa campeira da cidade. A religiosidade marca outro importante aspecto no município. A Igreja Matriz, construída em 1940, reúne fiéis durante todo o ano, tendo seu ápice no dia 13 de outubro, quando ocorre a Festa de Nossa Senhora de Fátima, padroeira da cidade. Junto ao Arroio Araçá, encontra-se a Gruta Nossa Senhora de Lourdes, esculpida na própria pedra em 1935. O município possui ainda atrativos naturais, como o Parque Clube Passo Velho do Afonso, balneário e ponto turístico para descanso e camping; e o Viveiro Municipal, no Parque Ecológico de Nova Araçá, onde é possível apreciar a flora e fauna nativas. O IDHM é de 0.785. Fonte: Prefeitura Municipal de Nova Araçá.
 
8.º Casca (RS) 
De acordo com o site da prefeitura da cidade, quanto à origem do nome “Casca”, há duas hipóteses: a primeira seria advindo da extração de cascas de árvores com objetivos comerciais; e a segunda seria pelo fato de o local ser de passagem dos cavaleiros e carroceiros no riacho próximo à cidade, bastante liso e escorregadio, fácil de cair, que no dialeto italiano cair se traduz por “cascar”. O município possui hoje 8.651 habitantes e possui um IDHM de 0,785.

9.º Ivoti (RS)
Crédito: Prefeitura Municipal de Ivoti.
 Entregue em 2008, o pórtico é o cartão de visitas número um do município, pois está localizado no principal acesso, próximo à BR-116. A obra ilustra o aspecto da cultura alemã que prevalece em muitos prédios e moradias da cidade. Inserida dentro do processo de colonização do país, Ivoti recebeu em torno de 1.826 diversas famílias de origem germânica, vindas em maioria da região do Hunsrück. Hoje, Ivoti possui em torno de 20 mil habitantes. Na cidade, os festejos são sempre regados com muito chope, as doceiras ainda preparam cucas e roscas, servidas com linguiça cozida, tudo com gostinho de colônia. O IDHM é de 0,784. Fonte: Prefeitura Municipal de Ivoti.

10.º Santa Maria (RS) 
Planetário da Universidade Federal de Santa Maria. Crédito: Wikimedia Commons.
Com seus 261.031 habitantes, Santa Maria é conhecida como o município “Coração do Rio Grande” devido à sua posição geográfica bem no meio do estado. Além disso, a cidade é famosa por possuir uma das maiores universidades federais do país, a Universidade Federal de Santa Maria, que é responsável por dar um ar mais jovial à localidade, que possui um IDHM de 0,784.

11.º Horizontina (RS) 
Em 1943, pelo fato de a capital de Minas Gerais ser chamada de Belo Horizonte e já existir uma vila com o nome Horizonte, a população manifestou o desejo de alterar o nome do Distrito, sendo que pela carta geográfica do Rio Grande do Sul, a Vila Horizonte passou a ser chamada de Horizontina. O IDHM é de 0,783. Fonte: Prefeitura Municipal de Horizontina.

12.º Caxias do Sul (RS)
Festa da Uva. Fonte: Prefeitura Municipal de Caxias do Sul
A história de Caxias do Sul começa quando a região era percorrida por tropeiros, ocupada por índios e chamada Campo dos Bugres. Em 1875, chegaram os primeiros imigrantes italianos em busca de um lugar melhor para viver. Vários ciclos econômicos marcaram a evolução de Caxias do Sul ao longo desses séculos: do cultivo da uva e do vinho ao segundo polo metalmecânico do Brasil. Junto com os imigrantes, outras etnias partilharam desse caminho. O IDHM é de 0,782. Fonte: Prefeitura Municipal de Caxias do Sul.

13.º Ijuí (RS)
O monumento “O Pioneiro” foi criado para marcar os 100 anos de fundação de Ijuí e virou a marca do município.Crédito: Prefeitura Municipal de Ijuí.
Ijuhy significa na língua guarany “Rio das Águas Divinas”. Recebeu imigrantes de várias nacionalidades. Todas as suas potencialidades são expressas através de um economia baseada no seu forte setor agropecuário, em seu comércio, indústrias e serviços; de seu ensino qualificado, conferido por escolas da cidade e pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ) e de sua saúde, amparada por hospitais muito bem equipados, que dispensam auxílio integral a toda região. Ijuí é conhecido por reunir variados grupos étnicos, sendo daí conhecido como “Terra das Culturas Diversificadas”. Pode-se citar os seguintes: afro-brasileiros, índios, portugueses, franceses, italianos, alemães, poloneses, austríacos, letos, holandeses, suecos, espanhóis, japoneses, russos, árabes, libaneses, lituanos, ucranianos dentre outros. O IDHM é de 0,781. Fonte: Prefeitura Municipal de Ijuí.

14.º Vista Alegre do Prata

Crédito: Prefeitura Municipal de Vista Alegre do Prata.
De colonização predominantemente italiana e polonesa, Vista Alegre do Prata hoje tem apenas 1.569 habitantes de acordo com o Censo de 2010, o que lhe confere um ar de cidade aconchegante. Fonte: Prefeitura Municipal de Vista Alegre do Prata.

15.º Nova Petrópolis.

Crédito: Prefeitura Municipal de Nova Petrópolis.
 Na década de 70 com o resgate das origens históricas do município, houve um grande incremento na vida cultural, especialmente no folclore. O movimento turístico intensificou-se gradativamente assumindo o aspecto de turismo cultural. Expandiram-se com isso as malharias, o artesanato, os hotéis, os restaurantes e os cafés coloniais. Hoje o município se encontra em posição invejável, tanto no plano sociocultural como no econômico. A população do município em 2010 era estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 19.058 habitantes. O IDHM é de 0,780 Fonte: Prefeitura Municipal de Nova Petrópolis.

Fonte: Sempre Família
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